Dossier eleições ou as eleições do dossier.
Há quem diga que vale tudo num período eleitoral. Estão errados. Não vale tudo. Espero que se lute com armas dignas, apresentando propostas sérias e que não se vejam ataques pessoais e demagógicos.
Se se entrar pelo achincalhamento, veremos Luís Filipe Vieira a chamar “abutres” a tudo o que mexe; veremos Bruno Carvalho a chamar “sportinguista” a um sócio benfiquista com cativo de muitos anos e Título Fundador; veremos alguém a chamar “dragão de prata” ao Veiga; veremos alguém do movimento do Veiga a dizer que está na hora de “trocar os pneus” e outros mimos afins. Dispenso este tipo de linguagem de qualquer uma das putativas candidaturas.
Se se entrar pela indignidade da cobardia hipócrita e rasteira, veremos alguém a apresentar uma queixa anónima, num dossier cheio de acusações graves e infundadas, ao Ministério Público, para que este investigue e, durante uns meses, esteja lançado o anátema sobre uma lista opositora. No final das eleições, o processo será arquivado por falta de provas, mas as eleições decorreriam sob uma nódoa cobarde. Já vi isto acontecer noutras eleições, de outro tipo, em outros contextos. Espero que nunca venha a ver disto no nosso Benfica. Venha esse acto cobarde de onde vier.
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[atendendo aos insultos que venho observando nas caixas de comentários, até às eleições os meus posts não terão caixa de comentários aberta. Qualquer comentário pode ser feito para o e-mail da Tertúlia e eu responderei na medida do interesse e da disponibilidade]
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