Quinze
Para fechar a época, quinze minutos à Benfica foram suficientes para deixar o jogo contra o Estoril resolvido, com três golos nesse período a deixarem poucas dúvidas de quem seria o vencedor. A questão do segundo lugar já nem se colocava: a golpada já tinha sido dada, e só mesmo para garantir que não havia nenhuma surpresa ainda nomearam o ladrão de taças de Borba para poder ir festejar o segundo lugar junto dos seus. Foi uma entrada a todo o vapor no jogo, com um onze onde a principal novidade terá sido abdicarmos do terceiro médio (com o Ríos disponível, o sacrificado foi o Barreiro) para que jogasse o Rafa. Outras mudanças foram o Bah e o Tomás Araújo na defesa, e o regresso do Pavlidis ao ataque. A dinâmica do Benfica foi muito assente numa pressão ofensiva bastante eficaz e quase sufocante, e como sempre com os extremos Schjelderup e Prestianni em destaque, bem acompanhados por um Ríos que aparecia um pouco por todo o lado. O primeiro golo surgiu aos sete minutos, com o inevitá...