Sobre o regresso de Pepa.

Pepa foi um futebolista formado no Benfica. A sua estreia nos seniores foi inesquecível: entrou, tocou uma vez na bola e fez golo. Criaram-se expectativas, esperanças, chegou a fama e chegou também a desilusão de não corresponder às expectativas criadas. Saiu mal e a mal do Benfica, saiu do Benfica com garantia de que ia para os andrades com uma pequena passagem pelo Varzim.


 


O pior estava para vir: teve atitudes lamentáveis para com o Benfica, quando esteve no Varzim. Foram atitudes subservientes ao papado andrade, foram tentativas de escarrar no prato onde comeu e que acabaram por sujar apenas quem as teve e não o alvo. Não houve benfiquista que as tenha presenciado e que as tenha esquecido.


 


Ao contrário de Roma, o regresso de Pepa demonstra que o Benfica paga a traidores.


 


Não vejo qualquer mais-valia neste regresso. Quando muito, pode dar o seu testemunho aos miúdos da formação e mostrar-lhes que, ao contrário do que ele fez, não se deve cuspir no prato em que se comeu.


 


Ainda assim, não adianta de muito a indignação (seja a minha ou a dos que partilham desta opinião), pois o Pepa regressou e resta-me desejar que saiba conjugar e viver o verbo remir, e que, com trabalho e qualidade, saiba agradecer esta (imerecida) nova oportunidade que lhe foi dada. [link]


 


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[Se alguém quiser manifestar-me a sua opinião, pode fazê-lo para este endereço: tertuliabenfiquista@gmail.com]

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