Chave
Dois golos em momentos chave ajudaram um Benfica com um onze muito renovado a regressar, de forma justa, às vitórias. O Estoril ainda chegou a assustar, mas a resposta dada pelo Benfica foi suficiente para justificar uma vitória sem grande margem para discussão, num jogo em que assistimos a um novo patamar de palhaçada na arbitragem.

Foi uma mão cheia de alterações no onze inicial: Tomás Araújo na defesa, Kökçu e João Mário no meio campo, e Tiago Gouveia e Marcos Leonardo no ataque foram as entradas. Destaque para agora sim, uma verdadeira poupança em alguns dos jogadores mais utilizados esta época, com o Rafa, Di María e João Neves a começarem no banco. As alterações também significaram uma mudança em termos tácticos, porque se se pode dizer que o Kökçu jogou no lugar do Rafa, a verdade é que ele é um jogador completamente diferente, o que na prática significou jogarmos num esquema de três médios, com o turco a ocupar o vértice mais adiantado do triângulo. Os últimos resultados tiveram efeitos na confiança dos jogadores e da equipa, que não entrou de forma muito decidida no jogo. A sensação que dá é que há muito receio de falhar, e portanto raramente se arrisca um passe mais vertical, o que resulta em posses mais prolongadas nas quais a bola circula demasiado entre os nossos jogadores sem haver progressão, para algum exaspero dos adeptos. Ou em que vemos a bola chegar perto da área para depois voltar para trás e recomeçarmos o processo todo outra vez. Perante um Estoril que jogou da forma esperada, com linhas muito fechadas e juntas atrás, a procurar depois partir rápido para o contra-ataque a partir das faixas laterais, e que cedo procurou enervar com perdas de tempo e calma excessiva em todas as reposições de bola, tivemos o melhor remédio para isso com um golo ainda relativamente cedo. Sobre a direita, o Benfica recuperou a bola ainda numa zona adiantada e o passe atrasado do Neres para a entrada da área foi correspondido por um grande remate em arco do Kökçu, que colocou a bola junto ao ângulo superior do outro lado. Tudo a alinhar-se para uma noite tranquila, mas infelizmente não conseguimos evitar uma tendência cada vez mais frequente: sofrer um golo na primeira vez que o adversário chega à nossa baliza. Apenas sete minutos depois de estarmos em vantagem e sobre a esquerda da área, o António Silva resolveu imitar o comportamento habitual do Otamendi e entrou à queima sobre o Heri, que o bateu de forma demasiado fácil no um para um. Depois o Trubin apenas conseguiu sacudir para a frente o cruzamento/remate, fazendo com que a bola fosse cair mesmo à frente do Rodrigo Gomes, que fuzilou a baliza. Com o golo regressaram as inseguranças e o Benfica acusou o golpe. Durante largos minutos fomos incapazes de rematar sequer à baliza ou criar ocasiões de perigo, o que levou mesmo a manifestações de impaciência por parte dos adeptos. Até que num instante tudo mudou, pois conseguimos regressar à vantagem num momento chave, mesmo antes do intervalo. Cruzamento largo do Neres na direita, com o Tiago Gouveia a aparecer ao segundo poste para colocar a bola, de cabeça, na zona central, onde o Marcos Leonardo se antecipou aos defesas e empurrou a bola de cabeça para o golo. Extremamente importante para permitir um intervalo mais descansado e um regresso do intervalo sob muito menos pressão.

E para dar sequência ao segundo golo, nada melhor do que começar a segunda parte com um golo para afastar dúvidas e dar ainda mais confiança à equipa. Passe do Kökçu da zona central a solicitar o Tiago Gouveia, que desta vez até estava de posição trocada com o Neres e apareceu sobre a direita, este enfrentou o Mangala e já dentro da área fez um bom remate cruzado que fez a bola entrar junto ao poste mais distante. A partir daqui a equipa conseguiu soltar-se e jogar de uma forma mais fluida, e assistimos a alguns momentos de bom futebol da nossa parte, também potenciados pelo facto do Estoril já não poder adoptar a posição negativa com que tinha entrado no jogo e ser agora obrigado a jogar o jogo pelo jogo de forma mais aberta. Construímos ocasiões para ampliar o resultado, que incluíram um momento que pode ficar para a história desta liga. Sobre a esquerda, e dando sequência a uma boa jogada do Benfica em que o remate cruzado do Kökçu do outro lado não levou a melhor direcção, o Benfica ainda recuperou a bola e o Aursnes ganhou a linha de fundo já dentro da área e perto da baliza. Fez o passe atrasado para a finalização do Marcos Leonardo, que o guarda-redes do Estoril defendeu por instinto, e depois o nosso avançado foi varrido pelo Mangala. Logo na altura ficou a sensação de que seria lance para penálti, que o árbitro Manuel Oliveira (que até aí já estava a ter uma actuação no mínimo 'inclinada') resolveu ignorar. Mas o VAR chamou-o mesmo para rever o lance, que mostrava de forma clara que o Mangala não só entra de pé em riste ao lance, atingindo com a sola o pé do Marcos Leonardo depois deste rematar, como com a outra perna acaba por varrer o pé de apoio do nosso avançado. Depois de um longo período a analisar as imagens, tivemos o privilégio de ouvir em directo e ao vivo a conclusão do árbitro de que o número 22 do Estoril não cometeu nenhuma infracção. Portanto agora não só temos a possibilidade de sermos roubados, ainda podemos ouvir a forma como o estamos a ser. Foi uma explicação muito útil. A quinze minutos do final começaram as alterações na equipa, com as trocas do Neres e do Marcos Leonardo pelo Rollheiser e o Cabral. O Manuel Oliveira nessa altura já estava com a corda toda e ignorou olimpicamente uma falta grosseira precisamente sobre o Cabral à entrada da área. Minutos depois, mais duas alterações e a inevitável entrada do Morato para lateral esquerdo, no lugar do Aursnes, e do João Neves para o lugar do Kökçu. Mas o toque de bizarro ainda estava para vir, pois logo a seguir entrou o Carreras. Face aos jogadores em campo, esperava que o espanhol fosse para a lateral esquerda, o Morato passasse para o meio, e o Tomás Araújo para a lateral direita, onde já jogou algumas vezes esta época. Mas não, o Carreras foi para a direita e preferimos jogar com duas adaptações na defesa. É uma imagem de marca. O jogo nessa altura ficou muito partido, e o João Neves ainda atirou uma bola à barra, enquanto que do outro lado o Trubin teve que se aplicar para evitar o golo do Estoril num par de ocasiões.

Os jogadores a quem foram concedidas oportunidades na generalidade aproveitaram-nas. O Tiago Gouveia é um dos destaques óbvios, com um golo e uma assistência, e capacidade para pegar na bola e ir para cima da defesa, oferecendo largura e profundidade ao nosso jogo. O Tomás Araújo voltou a mostrar ser uma opção muito válida para o centro da defesa. É capaz de ser o nosso central com melhor saída de bola. O Kökçu, sem surpresa, revelou-se um jogador muito mais útil a jogar na sua posição, e num esquema de três médios. Bom jogo também do Aursnes, do Marcos Leonardo - que não esteve muito em jogo mas que revelou bom sentido de oportunidade, aparecendo quase sempre para criar perigo - e do Florentino.
Não foi uma exibição que nos enchesse o olho ou afastasse completamente as muitas dúvidas que nos assolam, mas fiquei satisfeito. Gostei da rotação feita, e que a equipa escolhida tivesse mostrado capacidade mais do que suficiente para dar conta do recado. O que é mais uma prova que não precisamos de estar constantemente agarrados aos mesmos jogadores, sobretudo quando estes aparentam contribuir para alguns dos problemas que nos afectam. Esperemos agora que consigamos ir a Glasgow resolver a eliminatória, conforme é nossa obrigação.
Comentários
Deu para mostrar às chamadas "vacas sagradas" que a titularidade na equipa principal do Glorioso SLBENFICA não é um dado adquirido para ninguém!!!
Há que TRABALHAR, TRABALHAR SEMPRE E CADA VEZ MAIS como uma verdadeira equipa, a fim de sermos capazes de nos constituirmos como um verdadeiro BLOCO.
Ontem ainda não se viu nada disso!!! Infelizmente o que vimos foram várias penetrações na grande e pequena área do Benfica, efectuadas pelos estorilistas com toda a facilidade do Mundo, tendo-nos valido o grande Anatoliy Trubin que está a conseguir ser melhor no jogo exterior à baliza, isto é, nos cruzamentos para a nossa área!!!
No golo sofrido a responsabilidade dele é ZERO X ZERO = ZERO, pois para quem jogou e percebe de futebol um poucochinho que seja, verifica que o cruzamento do jogador adversário é efectuado muito de perto e sem oposição da nossa parte - o que já é um costume inadmissível, mas que inacreditavelmente o "treinador" e Massa associativa vai tolerando e tolerando!!! - saindo a bola muito tensa e com força, defendo-a o nosso guarda-redes da única maneira possível naquelas circunstâncias!!!!
O golo do Estoril deve-se mais uma vez a um gritante FALTA DE MARCAÇÃO na nossa área ao adversário que está completamente sozinho com espaço para montar uma mesa e fazer um pic-nic!!!!!
Quanto ao APITADOR disfarçado de Árbitro, mais uma VERGONHA!!!
Esse nelinho oliveira - e os seus ajudantes/acompanhantes, é um andrade-galego do fc-penalty com o 1º grau de FANATISMO!!!
Penalty e cartão amarelo DESCARADÍSSIMO por marcar contra o Estoril por entrada perigosa e faltosa de um tal "mangala", que nos tempos em que era jogador-caceteiro do fc-porco, tinha o direito de em pleno Estádio da Luz, a Catedral do Futebol Português, jogar futebol misturado com ANDEBOL!!!!! Lembram-se?!
Se não, eu LEMBRO-ME perfeitamente.
Em todas as faltas e faltinhas duvidosas esse andrade ASQUEROSO decidiu sempre contra o nosso Benfica!!!
Neste jogo, em em praticamente todos os outros, tivemos 63% de posse de bola e 12 faltas marcadas contra nós!!!
O Estoril teve 37% de posse de bola e apenas 7 faltas marcadas contra eles!!!!!
Mas afinal como é isto?! Nós que somos a equipa mais MACIA e mais cumpridora das regras do jogo do Campeonato, passamos a ser uma equipa demasiado faltosa?!?!?!
Não, não e não, caros Benfiquistas!!! Isto acontece porque os APITADORES disfarçados de àrbitros foram FORMATADOS pelo "directório" desta ligueca para prejudicar o mais possível o nosso Glorioso Clube!!!!!
Não foi por acaso que em alvaLADRA para a Taça de Portugal nos anularam um golo LIMPÍSSIMO ao nosso Angel D Maria que nos dava o empate e quiçá poderia ser o precursor de vitória em alvaLADRA!!!!!
Entretanto o APEDEUTA que faz de conta que é Presidente do Maior de Portugal, rui BANANOLA costa, diz que vai estar atento, atentíssimo, bla,bla,bla,bla,.... ........ ...... mas no fim de contas não faz nada de nada.... NADA DE NADA... e a FESTANÇA dos prejuízos e roubos ao Benfica continuam cada vez mais em GRANDE FORMA!!!!!!
Tudo isso - esses ROUBOS CONSTANTES E INCESSANTES - é o resultado de termos uma direcçãozeca VULGARÍSSIMA, fracota, medrosa e sem o mínimo nível para dirigir e DEFENDER um Clube da Grandeza e Prestígio do Glorioso SLBENFICA.
como diz um grande Benfiquista, " O BENFICA PRECISA DE EMIGRAR E DEIXAR ESTA LIGUECA DESVALORIZAR-SE E IR À FALÊNCIA".
BENFICA BENFICA BENFICA............... Sempreeeeeeeeeeeeeeee e mais NADAAAAAAAAAAAA.
O resto nesta liguazeca é tudo ESTRUME DE VACA MISTURADO COM ESTERCO DE PORCOOOOOOOOOOOOO.
As verdades doem muito, e tu é as prova disso.
Se dizer o que "presidente" é um BATATOLA e um PADIOLA e um BANANOLA é ser energúmeno, então tu és um autêntico MONTE DE ESTERCO DE PORCO misturado com ESTERCO DE BURRO.
Última nota: aconselho-te a muuito rapidamente comprares ou ALUGARES um cérebro!!!!!
Oh PALERMA elevado ao expoente mâximo, existemm uitos Benfiquistas- a maioria - que estão absolutamente de acordo com os meus pensamentos.
Queres que tos apresente pessoalmente?! SEU MAIS QUE APEDEUTAAAAAAAAAA.
BENFICA SEMPREEEEEEEEEEEEEEEEEEE
O grande bi-campeão europeu só diz as verdades que estão á vista de todos mas que não têem curagem de dizer.
saudaçoes benfiquistas.
Gostava de ver o Rafa pela esquerda, Di Maria ou Neres à direita, um avançado (Cabral ou Leonardo), e um trio no meio-campo: Neves, Florentino e Kokçu, com Tiago Gouveia sempre pronto para entrar e dar à equipa o que já demonstrou que pode dar.
A rábula do Oliveira é própria de calhordas como ele. E foi uma provocação, claro. 'Roubo-vos e digo isso alto e bom som, e em vossa casa.' Mas director de comunicação tivemos um bastante bom, na minha opinião: João Gabriel. Não sei quem lá está agora, se é que está, porque nunca o vi defender o Benfica.
Já agora, alguém me diga se o primeiro golo do Sporting em Arouca é legal (a mim pareceu-me antecedido por um claro fora-de-jogo), e que o abalroamento de um jogador do Sporting a um jogador do Arouca, após o 0-1, não é penálti. E pergunto isto porque já houve vezes em que, no momento, me manifestei contra a suposta legalidade de golos dos nossos adversários, ou de penáltis que lhes foram concedidos, e depois, mais a frio, reconheci que estava errado. Em todas os momentos do campeonato estes lances são muito importantes, mas são-no sobretudo agora - nem me dou ao trabalho de lembrar arbitragens de jogos do Sporting contra o Casa Pia, Farense, Portimonense e Boavista, por exemplo. Sinceramente, esses dois lances deixam-me muitas dúvidas. De qualquer maneira, o Arouca não se mostrou muito preocupado.
Agora é total concentração no jogo em Glasgow, num estádio muito difícil - mas não acho impossível a nossa qualificação, pelo contrário. E talvez o empate cedido na Luz tenha sido a melhor coisa que nos aconteceu, pois obriga-nos a jogar para ganhar. E podemos fazê-lo, assim haja cabeça do nosso treinador, e alma (mas também cabeça) dos nossos jogadores.
Saudações Benfiquistas para ti e Tertúlia.
Boa tarde e viva ó Benfica