Estranha forma de vida
Após uma vitória contranatural do sportém contra os andrades – contranatural porque acabou indirectamente por beneficiar o Glorioso – encontro um grupo alargado de lagartos com uma incrível sanha anti-benfiquista, dizendo que, se era para ver benfiquistas satisfeitos com os pontos perdidos pelos andrades, melhor fora que não tivesse sido o sportém a surripiá-los.
É em momentos como estes que me apercebo da importância de o sportém ter ontem jogado com futebolistas profissionais e não com adeptos. Caso tivessem jogado com onze adeptos, e a julgar pelo que hoje oiço, teríamos ontem visto metade de uma equipa a jogar contra o seu clube.
Comentários
Eu sou pró Benfica... pró arte... pró determinação e coragem...
Vamos ter mais trabalho que o Braga para sermos campeoes.
Agora até os inuteis se tentam passar por uteis.
Ainda lhes deve doer o campeonato que lhes oferecemos.
Depois de andarem anos contentes da vida por ficarem em 2º lugar à frente do Benfica, agora andam contentes da vida em 4º lugar a 20 pontos do 1º com a hipótese de complicar a vida ao Benfica.
Eu até acho que a grande felicidade destes tipos na Liga Europa reside na mera possibilidade de travar o Benfica, ganha-la é secundário...
Hilariante.
Felizmente também conheço muitos que não são assim
E tens toda a razão - felizmente que o plantel do ceportém é composto por profissionais que, ao contrário do recém-assumido "candidato ao título" lá mais para Norte, entraram para ganhar, e ganharam.
Enfim cada vez noz apercebemos mais de quem são os dois maiores em Portugal.
Que continuemos a responder da mesma forma, em campo e com bola.
Esta estória dos nossos adversários, terem que engolir pedras vivas, lagartos e dragões, ficarem com azia igual à do Coroado e serem impotentes para nos travar, dá-me um gozo enorme.
Já nem falo na tentativa de compra dos atletas do Leixões, que quanto a mim também foi uma das causas da saída intempestiva do Zé Mota do estádio do Mar.
Depois, bem depois parecem aquelas fêmeas com alta rodagem que aparecem qual virgem pura e casta de joelhos encostados.
Mas, o que acontece é que eles se sentiram grandes; primeiro naquele clubezinho do bairro das antas e depois os nobres vizinhos que temos comandados pelo grande chefe cotonete (este nome não é da minha autoria), mas sim do alternadeiro das antas.
Sempre que se refere ao presidente do scp é nestes termos.
Ponham a entoaçon nortenha e digam “ bem o cotonete num me deixa em paz. Bamos ber se os ensarilhamos (pelo rabo) agora. Num sei se iremos apoiar aquele fala barato do Rogério Albes para a Liga. Inda somos capazes de ser lebados pela lábia do lagarto. Num se esqueçam que a comida preferida do nosso animal mitológico são lagartos e se forem sardões inda melhor”.
Agora a sério. O trio presidencial do bsp, está como aquele comerciante de electrodomésticos que arranjou um trilema terrível para receber uma conta de um casal a quem tinha vendido uns acessórios para a sua casa.
Contemos a estória:
Como ninguém conseguia receber as prestações resolveu ir ele pessoalmente tratar do assunto. Bateu à porta de casa do seu cliente e apareceu a mulher em trajos menores. Disse-lhe ao que ia. Ela respondeu que não tinha dinheiro, mas que estava disposta a entregar-se a ele para pagamento da mensalidade há muito vencida. Como ela era atraente e o comerciante já estava naquela fase em que ofertas desta não apareciam todos os dias e além de tudo ele considerava que tinha poucas hipóteses de cobrar a dívida, aproveitou. Estavam no meio da função, quando de repente irrompe o marido que os encontra em posições de difícil tradução.
Pegou o comerciante, abanou-o e disse-lhe que só se sentiria vingado se lhe fizesse a ele no único orifício natural que tinha, aquilo que ele tinha presenciado, se tal lhe fosse negado ele marido ofendido faria um escândalo na loja e levaria ao conhecimento da sua mulher a situação. O comerciante acabou por aceder.
Como havia muitas prestações a receber, mensalmente lá ia o comerciante cobrar a dita.
Havia um café na rua e um dia, antes de se dirigir à casa do seu cliente entrou para tomar um café. Casualmente encontrou lá um amigo e da troca de conversa, o comerciante sempre lhe disse que estava naquela rua para ir a casa de um cliente para receber a prestação da venda que lhe havia feito, mas que estava com um trilema de consciência terrível pelos contornos do negócio. Contou o que tinha de fazer todos os meses e acabou por referir que o grande trilema dele era que já não sabia se ía aquela casa para receber a conta, ter relações com a mulher ou ser violado pelo marido.
Assim se passa esta estória, mas com os trilemas deles, nós vamos à frente e nem precisamos de vender electrodomésticos e de ir receber contas. Eles que as fizeram eles que as cobrem, com as condições que quiserem, já que estão habituados a negócios de fruta, café, tentativa de aliciamentos e favores.
Que continuem entretidos. Ainda acabam por restaurar o grande major batata para os apoiar.
Força Benfica.
Vamos continuar a denunciar estas tramóias destes berlusconis caseiros.
Saudações Benfiquistas
EEB