Olímpio Bento, um devoto competente (II)
Na sequência de este e este post, surge agora um novo post sobre o assunto. Caso o problema não seja resolvido, outros se seguirão.
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Os Factos *
1- O processo em causa começou em Março ou Abril de 2008. Quando contactado por dois Clubes, o Professor José António dirigiu-se ao gabinete do Senhor Presidente do Conselho Directivo com o objectivo de saber a sua opinião acerca de esse assunto.
Confrontado com a questão, o Senhor Presidente do Conselho Directivo afirmou que era uma situação possível e que poderia inclusivamente estabelecer um protocolo que lhe permitiria manter a exclusividade. De esta forma, segundo o Senhor Presidente do Conselho Directivo, a situação seria resolvida com benefícios para todos, visto que a relação do Professor José António com a Faculdade estaria legal, havendo ainda benefício para as Instituições (Faculdade e Reitoria).
2- Posteriormente, já na posse de um convite formal do Sport Lisboa e Benfica, dirigiu-se o Professor José António ao Chefe dos Serviços Administrativos tendo em vista um esclarecimento relativamente à forma como o protocolo atrás referido poderia ser estabelecido. Nesse momento foi informado de que esses protocolos só podem ser celebrados com instituições de ensino, pelo que no caso em equação tal não seria possível, facto que não se veio a revelar correcto.
O Chefe dos Serviços Administrativos não se recorda de esta conversa, facto que se compreende tendo em conta as inúmeras tarefas que lhe competem. Mas façam apenas um pequeno exercício: tendo o Professor José António uma solução legal proposta pelo Presidente do Conselho Directivo, entendem que este optaria por um caminho que apenas lhe tem trazido problemas? Com que intuito? Qual o preço a pagar?
3- Perante este novo cenário, falou novamente o Professor José António com o Senhor Presidente do Conselho Directivo, num encontro em que este transmitiu a sua oposição relativamente à colaboração do Professor José António com o Clube (Sport Lisboa e Benfica). Disse que restavam duas opções: passar a contrato a tempo parcial (mas isso significaria estar com os dois pés fora da Faculdade) ou pedir acumulação de funções ao Senhor Reitor. Acrescentou ainda que esta era a sua opinião e que se o Professor José António, se assim o entendesse, deveria recolher outras de diferentes colegas.
4- Como resultado dessa conversa, e seguindo o conselho do Professor Jorge Olímpio Bento, o Professor José António procurou saber outras opiniões acerca de este assunto. Na altura, pediu a opinião acerca da possibilidade de acumulação de funções a várias pessoas da Instituição que considerou merecedoras de crédito.
De todos recebeu a compreensão para a questão, tendo-lhe sido transmitida a opinião de que este projecto seria viável. Foi alertado ainda para a necessidade de cumprir os seus deveres para com a Faculdade, bem como para a possibilidade de poder prejudicar a sua carreira académica com esta acumulação. Foi ainda realçada por alguns a necessidade de resolver esta questão com o Conselho Directivo.
5- Ciente das eventuais dificuldades, mas convicto de que havia interpretado correctamente o sentir da Faculdade relativamente a esta questão, o Professor José António falou novamente com Senhor Presidente do Conselho Directivo para lhe dar conta de isso mesmo. Perante este quadro, o Senhor Presidente do Conselho Directivo afirmou que então deveria pedir a acumulação de funções ao Senhor Reitor, o que o Professor José António se prontificou a fazer, já que estava à altura impedido de solicitar uma licença sem vencimento de longa duração.
6- Tendo em vista um escrupuloso cumprimento da legalidade, o Professor José António solicitou o fim do subsídio de dedicação exclusiva a partir do dia 1 de Julho de 2008. Este pedido foi, após alguns esclarecimentos, atendido pelo Senhor Presidente do Conselho Directivo.
7- O pedido de acumulação de funções foi entregue nos serviços da Faculdade tendo sido submetido a votação no Conselho Científico no dia 17 de Julho de 2008. De essa votação de um universo de mais de 40 pessoas resultou a aprovação do pedido do Professor José António apenas com 2 votos contra, sendo todos os restantes a favor.
8- Após tomar conhecimento do resultado de esta votação e tendo a informação de que o parecer positivo da CC viabilizava o pedido de acumulação, o Professor José António iniciou o seu trabalho no Sport Lisboa e Benfica.
9- Ao pedido de acumulação enviado à Reitoria foi anexa uma carta do Senhor Presidente do Conselho Directivo, onde este dava conta da sua oposição a esta solução e questionando a decisão do CC.
10- Mais tarde, o Professor José António foi informado de que o seu pedido não tinha sido aceite e que a sua colaboração com o Clube deveria cessar imediatamente.
11- Perante este cenário, e para não incorrer em qualquer ilegalidade, o Professor José António solicitou uma licença sem vencimento por 90 dias (a única que era possível solicitar). Nesse período, o Professor José António defendeu a sua tese de Doutoramento.
12- Para além de isso, apesar de se encontrar com licença sem vencimento, prontificou-se a assegurar as suas tarefas lectivas, o que fez sem qualquer falha até Dezembro, altura em que o Conselho Directivo lhe solicitou que não o fizesse mais.
13- Quando se aproximou o final da licença sem vencimento (final de Janeiro) foram pelo próprio e pelo Sport Lisboa e Benfica tentadas várias soluções para resolver esta questão. Por sugestão efectuada ao Clube pelo Senhor Reitor foi solicitada a celebração de um protocolo entre SLB e Faculdade. Esta pretensão foi, no entanto, negada.
Por sugestão do Senhor Presidente do Conselho Directivo, o Professor José António solicitou nova licença sem vencimento até ao final da época desportiva. Esta data foi acordada com o Senhor Presidente do Conselho Directivo, tendo ficado de se equacionar, nessa altura, a celebração de um protocolo, se houvesse a possibilidade de continuar a trabalhar no Clube.
14- Com o aproximar do final da época, o SLB reenviou o pedido para a celebração de um protocolo conforme havia ficado combinado em Janeiro. A resposta foi surpreendentemente negativa, atendendo ao que estava previsto: o processo iria ser iniciado desde os primeiros passos.
15- Perante a possibilidade (real) do Professor José António não continuar a treinar o Clube, já que não se vislumbrava uma solução viável, solicitou o Professor a sua reintegração total no trabalho da Faculdade.
16- Em seguida, foi enviado um pedido para que fosse equacionada a possibilidade de celebrar um Acordo de Cedência Pública. A resposta a este pedido demorou cerca de duas semanas, para dizer que o senhor Presidente do Conselho Directivo não se poderia pronunciar sobre hipóteses.
17- Como resposta a esta pseudo-resposta foi enviada uma minuta de Acordo Cedência Pública que (na opinião dos advogados) ainda não mereceu qualquer resposta.
18- O que o Professor José António recebeu foi uma carta onde são tecidas diversas considerações a seu respeito, considerações que não foram solicitadas e que são profundamente injustas e que, mais uma vez, indiciam uma avaliação diferenciada relativamente a outros casos.
19- Queremos, por último, referir que o Professor José António continuou a participar em actividades da escola para as quais foi convidado, bem como a orientar alunos nas suas monografias e dissertações de Mestrado, apesar de todas as insinuações e acusações sobre ele formuladas.
20- Perante as sucessivas hipótese de solução para este problema que foram apresentadas e que mais tarde foram boicotadas, não resta ao Professor José António outra alternativa do que apresentar-se ao serviço na “sua” Faculdade.
Lamentamos a “perseguição” a que o Professor José António foi sujeito por parte do Professor Jorge Olímpio Bento. Tudo foi tentado para que não resultasse qualquer prejuízo para a Instituição. Sabemos que no que dependeu do Professor José António os alunos não foram prejudicados. O bom nome de Faculdade nunca foi posto em causa. Esperamos que o Ministro Mariano Gago possa colocar um ponto final neste processo discriminatório movido pelo Professor Jorge Olímpio Bento
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* Este texto não é da minha autoria, é de alguém que acompanhou de muito perto todo o processo e que, perante a atenção que a "Tertúlia Benfiquista" tem dispensado ao mesmo, nos facultou toda a informação devidamente documentada e redigida.
Comentários
Dados os princípios da autonomia universitária, bem como a morosidade dos tribunais administrativos (muito maior que a dos comuns) e a forma como se decide nestas Domus, designadamente se for na comarca do Porto, não antevejo um final feliz para este caso, leia-se para o Professor Doutor José António Silva.
O Ministro pouco ou nada pode fazer. Em princípio (porque se trata de desporto) o Professor Doutor Mariano Gago vai lavar as mãos. Ele e o amigo do Desporto.
Se quiser fazer alguma coisa passará por uma tentativa de mediação.
MAs, a grande lição que os benfiquistas (todos) devem daqui tirar é que "eles" , simples cidadãos. deputados, presidentes de câmara, juízes, procuradores, directores-gerais, polícias, inspectores, presidentes disto e daquilo, ministros e professores catedráticos, não se coibem de nos prejudicar, seja de que forma for. Não têm quaisquer escrúpulos.
Nós, que somos muitos mais, que também andamos pelos mesmos cargos ou profissões, ou nos armamos em politicamente correctos, em educados, em imparciais ou assobiamos para o lado. Isto tem de acabar. Temos de combater este cancro da sociedade portuguesa. Cada um de nós é um veículo próprio para destruir este vírus. Temos de perceber isto de uma vez por todas. (continua)
Nessa perspectiva, n há duvida q o FCP tem uma grande vantagem sobre o SLB. Aquela gente não tem escrupulos. Não se importam de ser corruptos, imundos e mal feitores, se o fizerem para prejudicar o SLB.
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Este parece um país sem lei.
Dizer simplesmente que nunca tiveram merito nem vergonha, que hipotecaram a sua verticalidade ao ponto de nem conseguirem levantar a cara para o espelho, que se limitam a ser capachos dos seus mentores, que desvirtuam, banalizam, deminuem e empobrecem as entidades que representam e que nao passam de ervas daninhas que contaminam, tornam improdutiva e envenenam esta sociedade, que uma democracia doentia ainda alimenta.
A gente como esta nao se pode dar cartel e tem de ser combatidos e redicularizados ate ao limite, de forma a ser escorraçados.
O SLBENFICA, mais que nao seja por uma questao de justiça e liberdade, devera levar este caso ate as ultimas consequencias.
VAMOS TODOS DENUNCIA-LO PELAS MAIS DIVERSAS FORMAS.
E TAO LINDO SER DO BENFICA.
No caso concreto não haverá muito a fazer. Mas é preciso não esquecer o Olimpio. Marcá-lo homem a homem. Oportunidades não hão-de faltar e à primeira é tirar-lhe o tapete, dar-lhe a estocada final e fazê-lo lembrar porquê.
Nós todos, temos a obrigação de não esquecer os Olimpios, os Laurentinos e os Hortas desta vida.
Há mais marés que marinheiros. E um dia, por uma raão ou por outra, eles virão beber à nossa mão.
Temos que funcionar como um exército. Temos de funcionar como serviços de inteligência. Temos de funcionar a uma só voz, como um só corpo. É a forma mais rápida e eficaz de destruirmos esta trampa toda.
Leiam e comentem aqui pff:
http://tm-toquemagico.blogspot.com/2009/09/quando-o-talento-nao-chega.html
jbento@fade.up.pt
Por mim e não podendo fazer nada directamente não vou deixar de pensar nos olimpos e nos laurentinos do desporto português no dia 27 de setembro.
O nosso presidente, já comentou /deu relevância a isto? Não bastava ler o comunicado que está no site para ter visibilidade nos restantes media para obrigar o Porco Olímpico a retratar-se?
A Benfica TV ainda não fez uma peça disto?
Isto arrasta-se à n meses e só os blogs dão visibilidade / tentam desmascarar isto!?
Como é possível? Está tudo a dormir ou de férias?
Só nós é que vemos?
Que alívio!
http://www.maisfutebol.iol.pt/leixoes/nelson-benitez-leixoes-lesao-fc-porto-maisfutebol-jose-mota/1087452-3871.html
O Olímpio Bento está a fazer o mesmo que o Gonçalves Pereira. Atrasar tudo para que o Benfica fique sem treinador.
Ele sabe que não tem razão, mas nunca ninguém os punirá e como escrupulos não existem...
Ele é revelador do modelo cultural-desportivo daquela gente. Como sempre tenho dito, quando se trata do Benfica. o modelo cultural do mst, do teixeira dos santos, etc. não se distingue daquele do guarda abel "prefiro ser cabrão ao Benfica ser campeão europeu" .
(como o mst "depois do que se passou nos últimos anos, temos o direito de ser beneficiados").
Última esperança, espero que o Sobrinho Simões não afine pelo mesmo diapasão.
Realmente não conheço no mundo universítário situação idêntica. Vá lá, não o tramaram na defesa da dissertação. Esperemos, se lá chegar, pelas provas de agregação...
Mas...as notícias de hoje são animadoras. É assim Presidente! É assim Benfica!
(mega - agora a compra obrigatória da bola é ao sábado)
Benfica Sempre ...
Homem ergue-te promovendo o outro ou definha e desaparecerás na bruma do medo e do desprezo... escolhe bem.
Utopia sempre a crescer.
Hoje mais do que ontem sou maior.
Bon Camino para todos vocês.
Já quanto à normal ausência de reacção de todo um povo, quando perante as manifestações de arbitrariedade, ou perante um escudar-se na Lei, como se numa soiedade de mentecaptos vivêssemos, já quanto a isso nada me espanta.
Somos um Povo que não se indigna! A´té ao dia ... em que os Benfiquistas se cansem de tanta mediocridade desta gente !!!
Pelos vistos ambos têm o mesmo gosto mórbido por brincar aos ditadores e aproveitam-se dos cargos que ocupam para o fazer.
Esta gente do norte não te escrupolos nem valores!
Simplesmente vergnhoso!!! Mas de resto já nos vêm habituando a tais coisas.
Domingo no Restelo pelas 18h...
EU VOU LA ESTAR ( http://euvoulaestar.blogpost.pt )
Á luz de tais escritos, a atitude persecutória em relação ao Prof. José António não é, de modo algum, de estranhar!
O homem tem um ódio visceral a tudo o que não é do Norte e a qualquer um que não preste vassalagem ao fcp.
Não tenho nem quero ter a sportv, e a net pode ser a forma de ver o Glorioso.
Agradeço desde já, a vossa ajuda.
Em "O Gladiador", Cómodo, sentindo perigar a sua autoridade imperial e roído pelos duplos ciúmes, foi à cela encontrar-se com o gladiador e, simulando um abraço fraterno, cravou-lhe um punhal envenenado nas costas, pretendendo, assim, garantir a vitória no duelo que iriam travar.
É este o método de PC e dos seus correligionários; procuram enfraquecer o adversário antes de o enfrentar porque não têm confiança na sua capacidade para ganhar! Não são verdadeiros campeões, pois só um verdadeiro campeão respeita o adversário! Contentam-se com pouco!
É este degrau que não conseguem ultrapassar; não é da sua natureza; são fracos e rancorosos.
Há que difundir esta característica pelos meios ao n/alcance, em todas as oportunidades, repetindo-a incessantemente até se tornar um problema para aquela gente.
Julgo que seria útil encontrar uma forma de agregar os adeptos do Benfica de forma a dar-lhes peso institucional permitindo-lhes tomar posição sobre temas desportivos e difundi-la pelos meios de comunicação e instituições relevantes.
O Eduardo Terra Limpa já lançou a ideia há tempos. Julgo até que já houve uma iniciativa semelhante liderada pelo Dr Bagão Félix. Pelos vistos fracassou. Alguém sabe dizer porquê?
O DN de hoje noticiou que o Sr OB tenciona reunir-se com LFV para procurar uma solução; aguardemos. Porém referiu tratar-se do Reitor, OB! Mas afinal OB não é Presidente do Concelho científico?
Cumprimentos a todos,
Em Madrid, o Real apresentou mais uma novidade, a contratação de Mejía Dávila, um ex-árbitro que funcionará como acompanhante dos árbitros nos dias dos jogos dos merengues, algo que o FCPorto fez há mais de 20 anos com o recrutamento do ex-internacional António Garrido.
In Rascord de hoje...
meninos, o Porto anda 'a frente de toda a Europa desde dos anos 80....por exemplo, pioneiro do "acompanhamento de arbitros". A estrategia Olimpio deve ser outra a desbravar caminho na cartilha mafiosa.
JOSÉ MARIA FERREIRA DE MATOS – Lembro-me do intenso nevoeiro que estava. Antes do jogo, o «chefe» dos apanha-bolas, o Valter Leitão, distribuiu-nos pelo campo e mandou-me para trás da baliza. Recordo-me que o Sporting começou a ganhar. Na segunda parte, a vantagem continuava do Sporting, mas nunca pensei em fazer o que acabaria por fazer. Eu era conhecido pelas asneiras que fazia, mas também nunca ninguém pensou que fizesse o que fiz.
– Como foi o lance?
– Não sei bem como a bola chegou a mim, mas sei que ela veio ter comigo e vi o Gomes a pôr as mãos na cabeça. Sem pensar, dei uns passos e fui até ao canto da baliza, meti a bola lá dentro e fugi para o mais longe possível. Então, vejo o Damas a ralhar comigo, mas eu pirei-me para trás do ‘bandeirinha’; ele já tinha a bandeirola no ar a assinalar o golo. Foi quando os jogadores do Sporting correram para o árbitro, a reclamar. Aí o juiz, que julgo não ter visto bem o lance, começou a mostrar cartões.
– Porque razão meteu a bola na baliza?
– Foi tudo muito rápido. O FC Porto estava a perder, a bola estava na minha mão e então pensei: vou metê-la lá para dentro e vou-me pirar. Foi um daqueles momentos em que se faz, ou não se faz; optei por fazer e já não dava para voltar atrás. Aconteceu numa fracção de segundo.
– Depois de meter o golo, o que pensou?
– Eu só queria que não me «topassem». Felizmente, ou infelizmente, o árbitro marcou e eu saí impune. Tenho pena do Damas, que não teve culpa nenhuma e sofreu um golo ilegal."
entrevista transcrita em www.spectrum.weblog.com.pt
desculpem la sujar aqui a loja com uma entrevista do jornal do zbordem, mas e' so' para ilustrar outra das inovacoes do FCPorcos ao longo destes anos: o golo do apanha-bolas em noites de nevoeiro.
http://www.abola.pt/nnh/ver.aspx?id=175850&rss=1
http://www.maisfutebol.iol.pt/desporto/benfica-fc-porto-sporting-iffhs-maisfutebol-futebol/1088120-4062.html
Saudações benfiquistas