A ferros
Mais uma vitória arrancada a ferros, conseguida já perto do final do jogo, e em circunstâncias adversas. Mais uma vez, a equipa acreditou, lutou até ao final, e teve a recompensa disso. O ano passado éramos peritos em deixar fugir resultados nos últimos minutos; este ano é o contrário (o que aliás, já tinha acontecido diversas vezes aquando da anterior passagem do Camacho pela Luz).

Há coisas difíceis de explicar. Esta noite na Luz estiveram praticamente 45.000 espectadores. Muitos mais do que no jogo decisivo da Champions contra o Celtic. Pelos vistos a boa exibição na segunda parte desse jogo foi suficiente para motivar o regresso de muitos benfiquistas. Na nossa equipa regressaram também, mas à titularidade, o Edcarlos e o Di María, saindo o Nuno Assis e o Bergessio do onze. Isto significou a subida do Katsouranis para o meio-campo, e o Di María foi jogar novamente para a direita. Em relação ao nosso adversário, deixo um elogio: gostei muito do que vi. Desde o início que nunca se remeteram à defesa, tentaram jogar de igual para igual, e mostraram ter uma equipa muito bem organizada, com bons jogadores. Isto ficou bem patente na forma como o Marítimo iniciou o jogo. Durante os primeiros minutos foram, para mim, a melhor equipa em campo, jogando a maior parte do tempo no nosso meio-campo, e sendo o golo que marcaram logo aos nove minutos (após uma saída idiota da baliza do Quim) um reflexo disso mesmo.
O golo teve o condão de despertar o Benfica, que começou a jogar melhor e a conseguir criar perigo junto à baliza adversária. Acabámos por chegar ao golo após outra idiotice, desta vez do Ricardo Esteves que cortou com a mão um cruzamento do Rui Costa, numa jogada que nem parecia ser muito perigosa (e tive que recuperar do espanto que foi ver, finalmente, o Pedro Proença assinalar um penalti a nosso favor - isto já era algo que nunca pensei vir a ver). A toada do jogo manteve-se após o penalti convertido pelo Cardozo, mas à passagem da meia-hora, num lance de alguma felicidade o Kanu ficou isolado diante do Quim, que o derrubou provocando o respectivo penalti e consequente expulsão do nosso guarda-redes (para mim indiscutível). Entrou o 'especialista' Butt para o lugar do Edcarlos (ao menos assim o Katsouranis voltou para a defesa, e a verdade é que eu me sinto muito mais seguro com ele lá) e este fez juz à reputação, defendendo o penalti do Makukula. Este foi um momento chave do jogo, já que julgo que seria muito difícil ao Benfica recuperar de uma desvantagem frente a esta equipa do Marítimo estando em inferioridade numérica. A expulsão do Quim marcou também o início de um período de equilíbrio no jogo, que se estendeu até ao intervalo. O Marítimo parecia ter ficado atordoado com o penalti falhado, enquanto que o Benfica tentava reorganizar as suas ideias.
Após o intervalo surgiu o Luís Filipe no lugar do Di María. Julgo que a intenção do nosso treinador era a de dar um pouco mais de equilíbrio à equipa, já que o Pereira (bom jogo na primeira parte) adiantou-se no terreno e foi desempenhar funções de médio interior direito, auxiliando o meio-campo e ao mesmo tempo apoiando as subidas do Luís Filipe. E o Benfica até entrou bem na segunda parte, não parecendo acusar a falta de um jogador, embora o Marítimo nunca tivesse deixado de se mostrar perigoso. Este fôlego do Benfica durou cerca de um quarto de hora, após o qual o Marítimo voltou a crescer, assumindo o domínio do jogo. Alguns dos nossos jogadores pareceram acusar algum cansaço (em particular o Rodríguez) e ajudavam pouco nas tarefas defensivas. Mas apesar deste domínio, o Marítimo pareceu sempre estar de alguma forma satisfeito com o empate, e portanto nunca assumiu verdadeiramente a intenção de pressionar o Benfica em busca do golo da vitória. Quanto a nós, à medida que o tempo passava parecia que a equipa ia perdendo lucidez, e apesar de procurarmos a vitória faziamo-lo de forma incorrecta, com os jogadores a agarrarem-se muito à bola (mais uma vez o Rodríguez, e também o Rui Costa, estiveram em evidência nesse aspecto). Mas acabou por ser na sequência de uma iniciativa individual (quase até desesperada) que o Benfica chegou ao golo da vitória. Foi uma jogada incrível do Léo, que foi desde a esquerda até à direita, para depois numa posição de autêntico extremo direito fazer o centro rasteiro que o Adu finalizou com um toque de classe. O americano está a começar a tornar-se o Mantorras desta época: entra perto do final para resolver os jogos.
Claro que o Butt merece ser destacado. Entrou para defender um penalti a frio, e na segunda parte ainda fez mais uma boa defesa a um remate quase à queima-roupa. Para contrastar com a noite desastrada do Quim, ele que tão boa conta tem dado de si ultimamente. Gostei também de ver o Binya (apesar de continuar demasiado abrutalhado na forma como aborda alguns lances, o que me deixa sempre na expectativa que não chegue ao fim dos jogos) e o Léo. Será que dá para assinarem a renovação dele de uma vez por todas? Em contrapartida, o Rodríguez deve ter feito um dos jogos mais fraquitos desde que cá chegou. Também me desagradaram alguns lances do Rui Costa, embora fosse visível que ele teve direito a atenção 'especial' por parte do Marítimo, já que normalmente caiam-lhe em cima dois adversários quando recebia a bola.
Parece que começa a tornar-se tradição os jogos com o Marítimo na Luz serem emocionantes e decididos nos últimos instantes (aquele 4-3 vai ser sempre inesquecível). Este felizmente acabou bem para nós. A equipa ainda terá que melhorar muito, mas agrada-me ver a atitude que têm em campo, e o inconformismo que revelam. Assim, mesmo quando as coisas não correm a nosso favor, acabo sempre por ficar minimamente satisfeito no final.
P.S.- Será que o jogo desta noite foi suficiente para que deixem de repetir a frase feita que o Camacho é 'tacticamente fraco'?

Há coisas difíceis de explicar. Esta noite na Luz estiveram praticamente 45.000 espectadores. Muitos mais do que no jogo decisivo da Champions contra o Celtic. Pelos vistos a boa exibição na segunda parte desse jogo foi suficiente para motivar o regresso de muitos benfiquistas. Na nossa equipa regressaram também, mas à titularidade, o Edcarlos e o Di María, saindo o Nuno Assis e o Bergessio do onze. Isto significou a subida do Katsouranis para o meio-campo, e o Di María foi jogar novamente para a direita. Em relação ao nosso adversário, deixo um elogio: gostei muito do que vi. Desde o início que nunca se remeteram à defesa, tentaram jogar de igual para igual, e mostraram ter uma equipa muito bem organizada, com bons jogadores. Isto ficou bem patente na forma como o Marítimo iniciou o jogo. Durante os primeiros minutos foram, para mim, a melhor equipa em campo, jogando a maior parte do tempo no nosso meio-campo, e sendo o golo que marcaram logo aos nove minutos (após uma saída idiota da baliza do Quim) um reflexo disso mesmo.
O golo teve o condão de despertar o Benfica, que começou a jogar melhor e a conseguir criar perigo junto à baliza adversária. Acabámos por chegar ao golo após outra idiotice, desta vez do Ricardo Esteves que cortou com a mão um cruzamento do Rui Costa, numa jogada que nem parecia ser muito perigosa (e tive que recuperar do espanto que foi ver, finalmente, o Pedro Proença assinalar um penalti a nosso favor - isto já era algo que nunca pensei vir a ver). A toada do jogo manteve-se após o penalti convertido pelo Cardozo, mas à passagem da meia-hora, num lance de alguma felicidade o Kanu ficou isolado diante do Quim, que o derrubou provocando o respectivo penalti e consequente expulsão do nosso guarda-redes (para mim indiscutível). Entrou o 'especialista' Butt para o lugar do Edcarlos (ao menos assim o Katsouranis voltou para a defesa, e a verdade é que eu me sinto muito mais seguro com ele lá) e este fez juz à reputação, defendendo o penalti do Makukula. Este foi um momento chave do jogo, já que julgo que seria muito difícil ao Benfica recuperar de uma desvantagem frente a esta equipa do Marítimo estando em inferioridade numérica. A expulsão do Quim marcou também o início de um período de equilíbrio no jogo, que se estendeu até ao intervalo. O Marítimo parecia ter ficado atordoado com o penalti falhado, enquanto que o Benfica tentava reorganizar as suas ideias.
Após o intervalo surgiu o Luís Filipe no lugar do Di María. Julgo que a intenção do nosso treinador era a de dar um pouco mais de equilíbrio à equipa, já que o Pereira (bom jogo na primeira parte) adiantou-se no terreno e foi desempenhar funções de médio interior direito, auxiliando o meio-campo e ao mesmo tempo apoiando as subidas do Luís Filipe. E o Benfica até entrou bem na segunda parte, não parecendo acusar a falta de um jogador, embora o Marítimo nunca tivesse deixado de se mostrar perigoso. Este fôlego do Benfica durou cerca de um quarto de hora, após o qual o Marítimo voltou a crescer, assumindo o domínio do jogo. Alguns dos nossos jogadores pareceram acusar algum cansaço (em particular o Rodríguez) e ajudavam pouco nas tarefas defensivas. Mas apesar deste domínio, o Marítimo pareceu sempre estar de alguma forma satisfeito com o empate, e portanto nunca assumiu verdadeiramente a intenção de pressionar o Benfica em busca do golo da vitória. Quanto a nós, à medida que o tempo passava parecia que a equipa ia perdendo lucidez, e apesar de procurarmos a vitória faziamo-lo de forma incorrecta, com os jogadores a agarrarem-se muito à bola (mais uma vez o Rodríguez, e também o Rui Costa, estiveram em evidência nesse aspecto). Mas acabou por ser na sequência de uma iniciativa individual (quase até desesperada) que o Benfica chegou ao golo da vitória. Foi uma jogada incrível do Léo, que foi desde a esquerda até à direita, para depois numa posição de autêntico extremo direito fazer o centro rasteiro que o Adu finalizou com um toque de classe. O americano está a começar a tornar-se o Mantorras desta época: entra perto do final para resolver os jogos.
Claro que o Butt merece ser destacado. Entrou para defender um penalti a frio, e na segunda parte ainda fez mais uma boa defesa a um remate quase à queima-roupa. Para contrastar com a noite desastrada do Quim, ele que tão boa conta tem dado de si ultimamente. Gostei também de ver o Binya (apesar de continuar demasiado abrutalhado na forma como aborda alguns lances, o que me deixa sempre na expectativa que não chegue ao fim dos jogos) e o Léo. Será que dá para assinarem a renovação dele de uma vez por todas? Em contrapartida, o Rodríguez deve ter feito um dos jogos mais fraquitos desde que cá chegou. Também me desagradaram alguns lances do Rui Costa, embora fosse visível que ele teve direito a atenção 'especial' por parte do Marítimo, já que normalmente caiam-lhe em cima dois adversários quando recebia a bola.
Parece que começa a tornar-se tradição os jogos com o Marítimo na Luz serem emocionantes e decididos nos últimos instantes (aquele 4-3 vai ser sempre inesquecível). Este felizmente acabou bem para nós. A equipa ainda terá que melhorar muito, mas agrada-me ver a atitude que têm em campo, e o inconformismo que revelam. Assim, mesmo quando as coisas não correm a nosso favor, acabo sempre por ficar minimamente satisfeito no final.
P.S.- Será que o jogo desta noite foi suficiente para que deixem de repetir a frase feita que o Camacho é 'tacticamente fraco'?
Comentários
e como é engraçado andarmos a ter sorte nos últimos tempos em que não há bandeiras ligadas ao neonazismo e holocausto
espero que na Luz se abra os olhos de vez e se afaste em definitivo o mau olhado
O Benfica, com 10 jogadores, revelou sempre uma excelente atitude (ainda que nem sempre as coisas corressem bem) - melhor do que até sofrer o 0-1, em que parecia estar a "pastar" (infelizmente estes maus inícios de encontro têm-se sucedido...). O Marítimo pareceu, como disseste, manifestar, a partir de certa altura, satisfação pelo empate (mesmo com um jogador a mais), e talvez esperasse a quebra física do Benfica.
Mas ainda que o Benfica tenha tido momentos de algum abrandamento (naturais, para recuperar o fôlego), nunca deixou de pensar na vitória e de acreditar. Nunca quebrou, sobretudo animicamente (que é, se calhar, o mais importante...).
Quanto aos jogadores, concordo com os teus destaques. Em relação ao Rodriguez, apesar de não ter estado nada de especial, não deixa de ser impressionante a sua permanente capacidade de luta. As coisas até podem não lhe correr muito bem, mas nunca desiste.
A vitória foi bem saborosa, mas sem dúvida que há ainda muito a melhorar. A ausência do Petit é notória, e a de um extremo-direito, para equilibrar o plantel, também... a menos que estejam a pensar adaptar o Léo a essa posição :-D
Mas por agora prefiro saborear um pouco esta vitória que tanto custou alcançar.
Onde não tive duvidas, é no lance sobre o Leo : Penalty .
Melhor que o árbitro, e bem, pela primeira vez esta época, estiveram os adeptos.
Concordo que o Rui Costa e o Rodriguez estão a baixar de forma.
PS: é irónico, mas se o Pedro Proença não tem mostrado a vermelho ao Quim, e se tivesse mostrado uma amarelo, provavelmente tínhamos perdido o jogo.
http://benfica-fc.com/slbenfica/
Tambem nós, os que estivemos no estádio, temos merito no resultado.
O momento do penalty do Makukula foi algo para recordar.
Sem tirar mérito ao guarda redes, á que reconhecer que a "pressão" que fizemos sobre o jogador adversário foi "assombrosa".
Ele limitou-se a acusar "humidade".
Cumprimos o nosso dever.
P.S. - Porque é que ele não faz o mesmo com o Di Maria e o Rodriguez que fez com o Rodriguez e o Adu? Rodriguez à direita e Di Maria à esquerda.
Fizemos um jogão na segunda. Quem disser o contrário não percebe nada de bola. Jogar contra uma boa equipa durante 60 minutos com menos um jogador e dominar totalmente o jogo, procurar sempre a vitória e impedir o adversário de criar perigo, estou para ver qts serão capazes de o fazer.
E a assobiadela monstra ao makukula na marcação do penalty ficará para a história. Foi Brutal.
E o Binya? Q jogão. Todo o jogo do SLB na segunda parte passou pelos seus pés e ele nunca se escondeu do jogo. Está ali "petroleo"!!!!
os adeptos parece que se reconciliaram com a equipa e agora temos por obrigação encher a luz nos próximos jogos em casa.
por mim, lá estarei, como sempre....
http://www.footballdependent.blogspot.com/
o record = merda, os dirigentes do benfica nao fazem nada contra a comunicaçao social nem os insultos nos estadios enfim estes dirigentes sao muito pobres nao tem pulso de ferro sobre todos akeles ke injuriam e tentam denegrir o benfica
kuanto ao jogo houve raça e crer mas jogar futebol isso é muita fruta como é possivel o maritimo ganhar o meio campo dakela maneira??
pk ke contra o celtic joga com dois pontas l. e contra o maritimo com 1??? acorda camacho ke ja começas a irritar crl.
o dimaria na direita nao dá ja se viu isso ta sempre a insistir na mesma merda fdssss
kuanto as bandeiras nn tanto me faz gosto da clake o benfica muito « lhes deve » mas para a dimensao do benfica deixam algo a desejar nao tem altifalantes nem mobilizam elementos suficientes deixem se de merdas e politicas e façam material alusivo á clake e vendam e o dinheiro servira para deslocaçoes fortes e organizadas ponham megafones ou outra merda kualker no estadio para darem uma verdadeira dimensao ao bom poder vocal ke teem .
conclusao deixem se de merdas e tornem os nn realmente uma clake fortissima de apoio ao benfica
kuanto ao nazismo e essas cenas eskece la isso antonio akilo foi escolher um simbolo por escolher algo ke caia bem foi a clake da moda na altura e o nn fazia sentido para ser a sigla dos no name boys o fundador e lider era negro ekece la essa cena do nazismo nao concordo contigo mas compreendo onde keres chegar (a sorte tem muito ke se lhe diga.)
Os NN não precisam de megafones para cantarem e empolgarem. E acerca da mobilização..sim nunca devemos estar satisfeitos mas com tantas contrariedades conseguir serem sempre o grupo mais numeroso nos estádios nacionais não é para todos.
Concordo com quase tudo na análise que foi feita, salvo um ou outro pormenor em que tenho um entendimento ligeiramente diferente, mas acho que no essencial está muito bem relatado o que foi o jogo de ontem.
E aproveitando o P.S., creio que ganhámos exactamente pelas alterações tácticas operadas pelo Camacho. Acho que esteve tacticamente perfeito. Outro treinador teria optado por salvar o empate, Camacho foi arrojado e a sorte sorriu-lhe. E não me refiro à entrada do Adu que, qual Mantorras, nos voltou a salvar nos minutos finais. A manutenção do Katso em campo, permitiu-nos organizar algum jogo a partir de trás, e a posterior subida do Maxi para médio interior direito permitiu-nos ganhar consistência no meio campo ao mesmo tempo que passamos a ser mais acutilantes por aquele flanco.
À parte disso, creio que a equipa está numa forma física impressionante, do melhor que tenho visto nos últimos anos.
Muito bem o público desta vez; espero que seja também uma atitude para manter. Acho que acções pedagógicas como as que têm sido feitas aqui, e estou seguro que noutros blogs também, ajudem definitivamente a que o público vá ao estádio tendo como primeiro objectivo, se não mesmo único, apoiar a equipa.
Nota final: espero que ontem se tenha percebido porque é que pagamos mais de um milhão por ano a um guarda-redes "suplente"; nestes momentos, suplentes destes são de ouro, e ontem poderá ter sido a primeira diferença entre a derrota e a vitória.
E muito bem o Adu, claro (Americano, estranho o teu silêncio; estás doente?).
mas nao critico de maneira algum kem la ta e gosto muito da clake e nota se algo genuino nesta clake os diabos tambem sao bons mas neste momento estao fracos muito fracos e claro ke todos akeles ke vestem a nossa camisola devem muito as clakes estao sempre la (mas n chega estar).
O Proença como outros, a favor do Benfica só pénaltis completamente indiscutíveis, sabem bem que são crucificados se por acaso se enganam.
Títulos de jornais com "o arbitro é sócio do Benfica", não ajudam e não são inocentes.
O público benfiquista foi muito bom mas só aparecem com as vitórias, eu continuarei a pensar que a equipa necessita de apoio nas alturas difíceis porque nas fáceis estão lá todos.
Já repararam na nossa campanha contra o Binya?
A pressão que fazem para os árbitros o expulsarem...
O Petit passou pelo mesmo, já o Bruno Alves que dá porrada de primeira já é muito bom... enfim.
Estiveste bem, fizeste-me rir!
Ao contrário do que pensam, não sou fundamentalista do Adu, sou do Benfica, e ontem como estávamos com 10 compreendi as opções do Camacho, e não critiquei a equipa titular. Já na próxima 4ª feira acho que deve jogar a mesma equipa, mas com Adu no lugar de Rui, atrás de Cardozo, para o maestro descansar e o Adu ter uma oportunidade no lugar que sabe jogar, não tenho dúvidas que ele entrosado com o Cardozo pode dar uma dupla incrível, à semelhança do que ele fazia com Altidore (se bem que o Altidore seja mais móvel e habilidoso que o Cardozo) na selecção sub-20.
Quanto ao resto vou deixar o puto falar dentro de campo, ele fá-lo tão bem, não precisa da minha defesa :)
Americano
Até Freddy Adu está diferente. mais raçudo, mais competetitivo, é claro qu está mais ambientado mas está ali dedo de Camacho e Carcelén já
Binya é mais uma descoberta que vamos ficar a dever a Camacho, Diego com o espanhol ainda cá estaria.
Estamos a 2 pontos do primeiro é um facto já que só dependemos de nós nesse aspecto, acredito que se ganharmos os jogos tdos até recebermos o Porto na Luz em Dezembro ainda teremos uma palavra a dizer neste campeonato, o Sporting não se vai aguentar acho eu.
Saudações Gloriosas
http://www.colunadaguiasgloriosas.blogspot.com/
Também eu fiquei agradavelmente surpreendido com a assistência verificada no domingo na Luz. Nunca por nunca estava à espera de encontrar 45 mil espectadores no estádio. Um grande polegar em sinal afirmativo para eles (digo, nós). E ainda para mais o apoio dado à equipa foi por demais evidente. Penso que isso se deveu sobretudo ao sentimento de que a equipa, mais do que nunca, precisava do 12º jogador. Que, depois da expulsão do Quim até passou a ser o 11º...
Aquela assobiadela monstra aquando da marcação do penalty foi talvez a mais emblemática e mais decisiva para o decurso do jogo, mas houve mais alturas em que o apoio dos adeptos se fez sentir, e bem!
E, a meu ver, é assim que tem de ser: tem de se apoiar quando a equipa mais precisa, e tem de se exigir quando se verifica que mesmo com tudo a seu favor os jogadores teimam em claudicar. É isto que me move quando vou ao estádio: poder-me exprimir à vontade sem ter de me justificar a ninguém (a não ser ao senhor que se senta à minha frente com a filha menor e que me lança um olhar reprovador sempre que abuso no calão, o que sucede prái de 3 em 3 minutos).
Siga.
Gostei da forma com que o Marítimo se apresentou em campo. O que apenas serve para valorizar ainda mais a nossa vitória. Com jogadores que têm um toque de bola acima da média (fruto da quantidade de jogadores brasileiros que apresenta, penso eu) e um técnico que já anda nisto há muito tempo, penso que o seu grande problema no domingo foi não ter sabido como reagir perante a superioridade numérica com que se viu a braços quando ainda só estava jogado um terço do jogo.
Além de que depois da saída do Makukula ficou sem a sua grande referência lá na frente, e portanto os últimos 15....epá, esperem lá, estou para aqui só a falar no Maritimo e ninguém me parava??!?
Benfica! É para isto que aqui estamos ou não é?
Binya! Aprovado. Estou a gostar do moço. A partir do recuo do Katsouranis para central, aguentou mais uma vez "sózinho" o meio campo. Ok, Rui Costa também deu a sua ajuda, mas Binya esteve mais uma vez enorme. Tenho para mim que mesmo depois do regresso do Petit à equipa, o camaronês estará na linha da frente para entrar em campo quando for precisso acrescentar mais um cão de caça ao nosso Pitbull.
Já que falo no Katsouranis, mais uma vez digo que para mim e nesta altura ele é muito mais útil lá atrás do que no meio campo. Foi mais uma vez o patrão da defesa, apesar de Luisão ter estado uns furos acima do que tinha estado nos últimos jogos. E não esquecer o pormenor de que com Katsouranis no centro da defesa temos uma opção muito válida para sair com a bola controlada, em detrimento dos chutões para a frente.
Também gostei do Maxi Rodriguez a lateral direito. Penso que as suas caracteristicas se coadunam muito bem às de um lateral dos tempos modernos, seguro a defender mas com pulmão para fazer todo o corredor. Já do outro lado, e apesar de nunca ter perdido a veia combativa que o caracteriza, o outro uruguaio esteve pior do que nos vem habituando. Tem de aprender a largar a bola com mais critério. Mas há por ali muito talento. Mas se estão a pensar treinar essa sua faceta que por vezes o impede de colocar o seu talento ao serviço da equipa, não se esqueçam de inscrever também o Di Maria. Além de tudo o mais, não sei se é impressão minha, mas Di Maria tem se apresentado muitas vezes em campo de cabeça baixa, pouco envolvido com o jogo e demonstrando mesmo alguma inadaptação (natural, digo eu, mas que deve ser combatida) ao futebol europeu (ia dizer "sénior").
Cardozo lá marcou mais um, de penalty também conta, e só tenho pena é que os seus livres directos ainda não tenham provocado mais do que um sentimento de dor nos desgraçados dos adversários que apanhem com o balázio.
Gostava de frisar igualmente a idéia de que a con